O sonho do hexacampeonato chegou ao fim neste domingo. A Seleção Brasileira foi derrotada por 2 a 1 pela Noruega em um duelo equilibrado, decidido nos minutos finais, e está eliminada da Copa do Mundo. Depois de desperdiçar as melhores oportunidades da partida, o Brasil acabou castigado por um único erro defensivo,
A Noruega começou a partida impondo uma pressão intensa, adiantando a marcação e obrigando o Brasil a recuar nos primeiros minutos. A Seleção demorou a encontrar espaços para sair jogando e teve dificuldades na construção das jogadas, especialmente no meio-campo. Aos poucos, porém, a equipe de Carlo Ancelotti equilibrou as ações, passou a controlar melhor a posse de bola e começou a criar oportunidades.
A principal delas surgiu aos 13 minutos, quando o Brasil teve um pênalti a seu favor. Bruno Guimarães, um dos destaques da equipe na Copa do Mundo, desperdiçou a cobrança, quebrando uma marca histórica da Seleção. O Brasil não errava um pênalti durante o tempo normal de uma partida de Copa desde 1986, quando Zico parou no goleiro francês Joel Bats, nas quartas de final do Mundial do México.
Mesmo após o pênalti perdido, a Seleção continuou criando boas oportunidades, mas também sofreu com os contra-ataques da Noruega. Em um dos lances mais perigosos, o goleiro Alisson fez uma defesa espetacular, evitando a abertura do placar e mantendo o Brasil vivo na partida.
Apesar da pressão inicial dos noruegueses, o sistema defensivo brasileiro teve atuação consistente. A marcação neutralizou o centroavante Erling Haaland durante boa parte da etapa inicial. Até os 30 minutos, o atacante havia tocado na bola apenas uma vez, reflexo da forte vigilância da defesa brasileira. Mas essa eficiência foi apenas no primeiro tempo.
Segundo tempo
Na etapa final, Carlo Ancelotti tentou dar mais força ofensiva à equipe com as entradas de Endrick e Neymar. Endrick perdeu uma chance claríssima, praticamente embaixo da trave, enquanto Neymar teve atuação discreta e pouco conseguiu influenciar a partida.
Quando tudo indicava que o confronto seria decidido na prorrogação, a Noruega encontrou o caminho da vitória. Depois de passar praticamente todo o jogo bem marcado, Haaland aproveitou as duas oportunidades que teve e liquidou a partida.
O resultado traz uma coincidência histórica. A eliminação acontece exatamente 44 anos depois da derrota para a Itália na Copa do Mundo de 1982, no estádio Sarriá, em Barcelona, partida que ficou conhecida como a Tragédia do Sarriá e marcou a despedida de uma das seleções brasileiras mais talentosas de todos os tempos.
O Brasil deixa o Mundial com a sensação de que foi derrotado mais pelos próprios erros do que pelo adversário. O pênalti desperdiçado, as chances claras perdidas diante do gol e a única desatenção defensiva da partida custaram caro e encerraram de forma precoce a campanha brasileira na Copa do Mundo.
A Noruega começou a partida impondo uma pressão intensa, adiantando a marcação e obrigando o Brasil a recuar nos primeiros minutos. A Seleção demorou a encontrar espaços para sair jogando e teve dificuldades na construção das jogadas, especialmente no meio-campo. Aos poucos, porém, a equipe de Carlo Ancelotti equilibrou as ações, passou a controlar melhor a posse de bola e começou a criar oportunidades.
A principal delas surgiu aos 13 minutos, quando o Brasil teve um pênalti a seu favor. Bruno Guimarães, um dos destaques da equipe na Copa do Mundo, desperdiçou a cobrança, quebrando uma marca histórica da Seleção. O Brasil não errava um pênalti durante o tempo normal de uma partida de Copa desde 1986, quando Zico parou no goleiro francês Joel Bats, nas quartas de final do Mundial do México.
Mesmo após o pênalti perdido, a Seleção continuou criando boas oportunidades, mas também sofreu com os contra-ataques da Noruega. Em um dos lances mais perigosos, o goleiro Alisson fez uma defesa espetacular, evitando a abertura do placar e mantendo o Brasil vivo na partida.
Apesar da pressão inicial dos noruegueses, o sistema defensivo brasileiro teve atuação consistente. A marcação neutralizou o centroavante Erling Haaland durante boa parte da etapa inicial. Até os 30 minutos, o atacante havia tocado na bola apenas uma vez, reflexo da forte vigilância da defesa brasileira. Mesmo sendo um jogador de enorme força física e especialista em fazer o pivô, Haaland encontrou pouco espaço para atuar.
A Noruega ainda chegou a balançar as redes logo aos cinco minutos de jogo, mas o lance foi anulado pela arbitragem, mantendo o placar inalterado no primeiro tempo.
Já nos acréscimos, o Brasil ainda esboçou uma reação. Após uma cotovelada em Casemiro dentro da área, o árbitro marcou pênalti. Neymar cobrou com categoria e diminuiu o placar, mas o gol tardio não foi suficiente para evitar a eliminação nem apagou a atuação discreta do camisa 10, que pouco conseguiu produzir durante o tempo em que esteve em campo.


