PF aperta cerco e aprofunda investigação sobre “colinhas” adulteradas

A Polícia Federal prossegue nas investigações sobre as “colinhas” eleitorais distribuídas em Esperança e Arara, contendo o nome de Maria Porto, mas com números pertencentes a outros candidatos.

As diligências buscam identificar quem encomendou, financiou e determinou a confecção e distribuição do material. O caso está sob a relatoria do juiz federal Bianor Arruda Bezerra Neto, no TRE-PB.

A depender do que for apurado, os responsáveis poderão ser enquadrados nos arts. 349 e 350 do Código Eleitoral, que tratam, respectivamente, da falsificação de documento particular para fins eleitorais e da inserção de declaração falsa em documento. As penas podem chegar a cinco anos de reclusão, além de multa.

As investigações continuam para chegar à autoria da fraude.

A gráfica responsável pela confecção dos santinhos, segundo informações, já foi identificada.