Advogado leva calote e ainda recebe perseguições na Paraíba; OAB-PB ignora e ele recorre ao Conselho Federal

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Sentindo-se perseguido e prejudicado, inclusive com medo de ser agredido fisicamente por colegas de profissão (André Cabral), que teve de ser contido no Fórum Criminal para que nada de mal acontecesse à vítima, o advogado Wilson Furtado Roberto protocolou uma reclamação no Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), contra a própria instituição. O advogado André Cabral passou a gritar com ele sem nenhuma motivação, pura falta de cordialidade, civilidade e de preparo emocional.

“Isto porque já enviaram cinco comissões, mais ou menos, para atuarem contra mim, sendo eu a vítima” (totalizando mais de 20 advogados), disse, esclarecendo que levou calote acima de um milhão de reais.

Campanha orquestrada

Segundo informações constantes nos autos judiciais de diversos processos, Marina Lacerda Cunha Lima, em conluio com Syani Furtado e Serafim Ribeiro Coutinho (donos do Control e quem estão pagando as custas e honorários de André Cabral, Rômulo Palitot, Gustavo Rabay, etc), entrou com demanda judicial para evitar que ele efetuasse a cobrança dos próprios honorários e utilizou em sua peça processual diversos excessos ao afirmar que o causídico praticou difamação, ameaças, etc.

Wilson Furtado disse não entender este tipo de atitude da Sra. Marina Lacerda Cunha Lima, pois o seu pai Demóstenes Paredes Cunha Lima, é o atual presidente da Unimed-JP e muitos o apontam como uma pessoa séria.

Outros advogados também foram demandados por excessos para prejudicar a imagem ilibada do Dr. Wilson Furtado.

Há, inclusive, notícias-crime para apurar a ocorrência, em tese, dos crimes de falsidade ideológica e de uso de documento falso, estelionato e uso de documento falso, conforme informações das demandas judiciais e no site www.polemicaparaiba.com.br, envolvendo Rômulo Rhemo Palitot Braga, Marina Lacerda Cunha Lima, Syani Nóbrega Furtado Ribeiro Coutinho, Serafim Ribeiro Coutinho, etc.

Foi também levantado nas redes sociais, o caso até hoje inexplicado de Lina Rosa Ribeiro Coutinho, que seus filhos foram acusados de sua morte.

Tomou-se ciência também que o(a) filho(a) do casal Serafim e Syani Ribeiro Coutinho ingressou na UFPB sem diploma de segundo grau, pois obteve sem ordem judicial um diploma de segundo grau no Colégio CDF Teotônio, que já houve investigações do Ministério Público por venda de diplomas. Tal fato já está sendo investigado pelo MPF, Polícia Federal e pela UFPB.

Parcialidade da OAB-PB

Desta forma, o advogado postou no Facebook pedindo providência, por acreditar que está correndo riscos, no entanto, o advogado e sócios de Marina Lacerda Cunha Lima, muito bem ligados politicamente a OAB/PB, estão indo a várias audiências para provocá-lo, publicando fotos em redes sociais que indicam que a OAB/PB (há conotação na publicação neste sentido) está contra ele.

Na representação ao Conselho Federal, Wilson Roberto deixa claro que o advogado de Marina Lacerda Cunha Lima quase o agrediu fisicamente na quinta-feira passada no Fórum Criminal, em João Pessoa e o sócio dela (Gustavo Rabay Guerra) quase agrediu o seu amigo e advogado Elson Pessoa Filho, que o acompanhava.

De acordo com Wilson, o presidente da OAB-PB, Paulo Maia, apesar de ciente de tudo e não toma nenhuma providência. Por isso, ele foi obrigado a recorrer ao Conselho Federal e a pedir ajuda nas redes sociais. Consoante advogados, Paulo Maia é um fracasso e só protege os seus pupilos.

Tumulto causado por Comissão

Wilson Furtado acusa o presidente da Comissão de Prerrogativas da OAB-PB, Alysson Fortuna, de estar tumultuando tudo. “Temos diversas provas como vídeos, áudios, fotos das atitudes dele”, garante, indagando: “É normal a Comissão de Prerrogativas enviar 20 advogados que a integram? É normal a OAB/PB enviar cinco comissões para atuar em meu desfavor?. Favor apurarem e tomem as medidas administrativas, cíveis e penais que entenderem cabíveis”, busca ele no pedido de providências encaminhado ao Conselho Federal da OAB.

 Wilson conclui afirmando que Alysson Fortuna é useiro e vezeiro em aprontar contra ele: “perdeu prazo em um processo em que a Comissão de Prerrogativas da OAB/PB se habilitou e, ao invés de me defender, foi defender terceiros”; “Pedi o processo de deferimento da assistência e não me entregam; Pedi assistência da Comissão de Prerrogativas e meu pedido sequer foi analisado”, finalizou.